"Quem vem para o Tarrafal vem para morrer!" dizia Manuel dos Reis, director do Campo de Concentração do Tarrafal, numa das piores zonas climáticas, criado em 1936 na chamada "Colónia Penal do Tarrafal", a Achada Grande, na Ilha de Santiago, Cabo Verde. Só em 1978 é que foi possível a transladação dos corpos dos "tarrafalistas" mortos no Tarrafal, para Lisboa. Neste período histórico que antecedeu a abertura do campo "logo no início da ditadura fascista, registou-se no país um poderoso surto de lutas sociais e políticas. A primeira revolta armada surgiu em 1927 apoiada de milhares de populares. A sua repressão provocou centenas de mortos, feridos e deportados." Seguiu-se a revolta do Batalhão de caçadores 7, em 1928. Três anos depois explodiu a revolta da Madeira que se manteve durante 25 dias, enfrentando forças do governo. Seguiram as revoltas dos deportados políticos da Ilha Terceira, em São Tomé, Cabo Verde e Guiné. "A fascização do Estado Português desenvolveu-se tomando como modelo o fascismo de Mussolini (Itália) e Hitler (Alemanha); em simultâneo cresceram as lutas, aquela concepção de Estado Forte", que na prática significou: repressão, abolição de partidos, eliminação de sindicatos livres, imposição da censura fala ou escrita.
Em 1934, na luta contra a fascização dos sindicatos, destacou-se a Revolta dos Trabalhadores da Marinha Grande com a ocupação da vila e a intervenção da GNR, que prendeu dezenas de manifestantes! Em 1935 os funcionários públicos passam a ser obrigados a assinar uma declaração anticomunista. E, em consequência, forma demitidos milhares de funcionários que não deram provas de aceitar tal medida. Em 1936 revoltaram-se os marinheiros dos navios Dão e Afonso de Albuquerque. Entretanto o avanço do fascismo pela Europa "matava e aprisionava populações quase inteiras, criando para o seu aprisionamento um elevado número de campos de concentração, de inspiração hitleriana, visando o extermínio dos prisioneiros. Foi um processo iniciado na Alemanha, que rápido se alargou a toda a Europa". Foi neste quadro de protestos, atrás descritos, que a ditadura de Salazar decidiu criar também um campo de "Morte Lenta", para aí concentrar os mais destacados lutadores antifascistas e aterrorizar o povo. O próprio Médico para ali destacado dizia "Não estou aqui para tratar. Estou aqui para passar certidões de óbito".
Texto de contextualização histórica
Sr- António Lino - Aluno da US
universidade sénior da marinha grande
sexta-feira, 7 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
História da Marinha Grande 5#
São Pedro de Moel é um lugar pertencente à cidade, freguesia e concelho da Marinha Grande, distrito de Leiria, em Portugal. Segundo os Censos de 2011, residem neste lugar 389 pessoas. Fica totalmente inserido no Pinhal de Leiria, um pouco a sul da foz da Ribeira de Moel.
A Duquesa de Caminha, D. Joana Juliana Maria Máxima de Faro, filha benquista dos Condes de Faro, após enviuvar, chorava diariamente a morte de seu esposo num rochedo enorme e imponente desta praia, resultando daqui o seu nome, "Penedo da Saudade", no cimo do qual se encontra actualmente um farol com o mesmo nome. Assim nasceu a lenda do Penedo da Saudade, protagonizado pela Duquesa de Caminha: há quem afirme ainda que, ao ouvir nesse rochedo os murmúrios do mar, pode distinguir também, como em eco, as lamentações da jovem viúva…
A povoação começa a ser procurada como local de repouso e veraneio a partir do séc. XV porque "tinha o mar por perto, muita caça no pinhal, boas hortas e locais frescos com muita água".
Visão sobre o mar da avenida marginal Ao casar, em 1902, o poeta Afonso Lopes Vieira e a mulher, Helena Aboim, receberam dos pais deste a majestosa casa (anteriormente pertença dos Marqueses de Vila Real, entre outros), onde o poeta se inspirava e escrevia, e recebia amigos para tertúlias.
É uma casa de grandes dimensões, com um terraço e um varandim (onde é visível um curioso relógio de sol) que ficam imediatamente acima da praia, e com uma belíssima capela decorada com motivos marítimos, dedicada a Nossa Senhora de Fátima, mandada construir pelo poeta para a sua mulher, inaugurando-a em 12 de Agosto de 1929. É esta capela que dá à propriedade o nome de "Casa-Búzio"; curiosamente, o poeta chamava-lhe “Casa-Nau”.
Mais tarde, em 1938, esta casa foi deixada em testamento pelo poeta à Câmara Municipal da Marinha Grande, para funcionar como colónia balnear para filhos de vidreiros e guardas florestais, o que vem a acontecer desde 1949. Mais recentemente, a colónia funciona de uma forma mais aberta a todas as crianças do concelho, ou de outros concelhos que com o Município da Marinha Grande tenham relação.
Actualmente, no primeiro andar funciona também (apenas durante a "época alta" do verão), como Casa-Museu (dedicada ao poeta), tendo patente uma exposição sobre a vida de Afonso Lopes Vieira, e guardando no seu interior diversos objectos pessoais deste ilustre poeta que escreveu grande parte da sua obra em São Pedro de Moel.
São Pedro de Moel teve durante os séculos XVIII e XIX uma serração de madeira, uma fábrica de resinas e vários armazéns em frente ao porto. O auge destas actividades económicas dá-se quando o Ministro Martinho de Melo e Castro ordena que os embarques de madeira do Pinhal do Rei se façam pelo porto de São Pedro de Moel, em detrimento dos portos da Figueira da Foz e de São Martinho do Porto. Em 1824, estes edifícios foram extintos em virtude de um incêndio num pinhal contíguo. A importância do porto foi diminuindo à medida que o relevo da costa se foi alterando, o que foi tornando o porto impraticável, sendo hoje inexistente.
Em finais do século XIX começaram a surgir pedidos para a construção de casas, junto à zona dos antigos armazéns (onde hoje é a Praça Afonso Lopes Vieira). Face a estes pedidos, a administração florestal, liderada por Luciano António Migueis, elabora em 1860 um “plano das edificações a erigir”. Em 1880 inicia-se a estrada que liga São Pedro de Moel à Marinha Grande.
Já no início do século XX é construída a fonte da praça. Em 1911 havia 76 habitantes. Em 1912, ao norte da praia, é inaugurado o Farol do Penedo da Saudade, que servia não só de aviso à navegação mas também para detectar fogos no Pinhal.
A iluminação pública, feita a partir de candeeiros de petróleo, chegava a este aglomerado em 1922. Toda a área da praia pertencia às Matas Nacionais, mas em 8 de Novembro de 1923 foi entregue à Câmara Municipal da Marinha Grande que a urbanizou e desenvolveu de uma forma controlada, abrindo novas ruas e dotando-a com diversos melhoramentos. Entre estes avulta a construção da nova capela. No ano seguinte é elaborado o “plano ou projecto de traçado da povoação” e em 1927 a povoação é considerada “centro urbano”.
Em 1930 inicia-se a construção do Bairro Novo, hoje conhecido como Bairro dos Naturais, primeiro grande passo para o desenvolvimento urbano do lugar.
Em 1931 é inaugurado o "Casino", único centro recreativo e cultural da povoação, e espaço que serviu de ponto de encontro dos frequentadores da praia, onde se faziam tertúlias, as eleições da Miss Praia, e que chegou até a acolher uma sala de cinema.
Finalmente, em 1936 é instalada a central eléctrica. Em 1947 residiam em São Pedro de Moel 131 habitantes. Em 1955 a capela é demolida, sendo construída no seu lugar a actual igreja, da autoria do arquitecto Manuel Raposo.
À medida que foi crescendo, São Pedro de Moel foi sendo maioritariamente habitado por pessoas com posses económicas acima da média, nomeadamente comerciantes abastados, artistas bem sucedidos, mas principalmente os industriais da Marinha Grande e Leiria. Muitas famílias de sítios mais longínquos, como Lisboa, Coimbra, Santarém, entre outras, tiveram aqui casas que utilizavam em férias ou em fins-de-semana.
Existem também famílias originárias deste lugar, como é o caso das famílias Boiça, Moiteiro e Tojeira. Estas famílias estiveram tradicionalmente ligadas a actividades agrícolas e piscatórias, e, de uma forma mais importante, à praia, onde faziam o serviço de banheiros. Muitas pessoas ficaram a dever a vida a membros destas famílias.
O facto de ser uma praia com bastante procura (e pouco extensa para construção de moradias) levou à construção de pensões e hotéis nos anos 60. Destes, os mais conhecidos e tradicionais são o "Hotel Mar e Sol", o "Hotel São Pedro" (actualmente Pensão São Pedro, embora fechado), e a "Pensão D. Dinis" e a "Pensão Rosa", já extintas.
No final dos anos 60, foi iniciado o processo de construção do complexo de piscinas. Para tal, foi demolido o "Casino", pouco tempo depois de um pequeno moinho que existiu ali ao lado. Foi feito o arruamento que leva até à piscina, o paredão que dá acesso à parte mais a sul da praia, e no local do "Casino" foi construído um novo café, e casas de banho públicas para os praiantes. Muitos ainda recordam com saudade o "Casino".
No fim da década de 80 podiam contabilizar-se dois hotéis, duas pensões, quatro residenciais, dois parques de campismo e ainda uma pousada da juventude, acrescentando assim a oferta para os veraneantes que procuravam gozar as suas férias nesta praia. Em 1991, São Pedro de Moel tinha 267 habitantes.
É por todo este passado de turismo abastado que muitas pessoas vêem esta praia como sendo elitista, embora cada vez mais venham pessoas de outros pontos que, desconhecendo a história, tradições e costumes deste local, criam condições contrárias às aqui referidas, empobrecendo o turismo local.
Texto escrito por Sr. Agostinho Febra - Aluno da US
A Duquesa de Caminha, D. Joana Juliana Maria Máxima de Faro, filha benquista dos Condes de Faro, após enviuvar, chorava diariamente a morte de seu esposo num rochedo enorme e imponente desta praia, resultando daqui o seu nome, "Penedo da Saudade", no cimo do qual se encontra actualmente um farol com o mesmo nome. Assim nasceu a lenda do Penedo da Saudade, protagonizado pela Duquesa de Caminha: há quem afirme ainda que, ao ouvir nesse rochedo os murmúrios do mar, pode distinguir também, como em eco, as lamentações da jovem viúva…
A povoação começa a ser procurada como local de repouso e veraneio a partir do séc. XV porque "tinha o mar por perto, muita caça no pinhal, boas hortas e locais frescos com muita água".
Visão sobre o mar da avenida marginal Ao casar, em 1902, o poeta Afonso Lopes Vieira e a mulher, Helena Aboim, receberam dos pais deste a majestosa casa (anteriormente pertença dos Marqueses de Vila Real, entre outros), onde o poeta se inspirava e escrevia, e recebia amigos para tertúlias.
É uma casa de grandes dimensões, com um terraço e um varandim (onde é visível um curioso relógio de sol) que ficam imediatamente acima da praia, e com uma belíssima capela decorada com motivos marítimos, dedicada a Nossa Senhora de Fátima, mandada construir pelo poeta para a sua mulher, inaugurando-a em 12 de Agosto de 1929. É esta capela que dá à propriedade o nome de "Casa-Búzio"; curiosamente, o poeta chamava-lhe “Casa-Nau”.
Mais tarde, em 1938, esta casa foi deixada em testamento pelo poeta à Câmara Municipal da Marinha Grande, para funcionar como colónia balnear para filhos de vidreiros e guardas florestais, o que vem a acontecer desde 1949. Mais recentemente, a colónia funciona de uma forma mais aberta a todas as crianças do concelho, ou de outros concelhos que com o Município da Marinha Grande tenham relação.
Actualmente, no primeiro andar funciona também (apenas durante a "época alta" do verão), como Casa-Museu (dedicada ao poeta), tendo patente uma exposição sobre a vida de Afonso Lopes Vieira, e guardando no seu interior diversos objectos pessoais deste ilustre poeta que escreveu grande parte da sua obra em São Pedro de Moel.
São Pedro de Moel teve durante os séculos XVIII e XIX uma serração de madeira, uma fábrica de resinas e vários armazéns em frente ao porto. O auge destas actividades económicas dá-se quando o Ministro Martinho de Melo e Castro ordena que os embarques de madeira do Pinhal do Rei se façam pelo porto de São Pedro de Moel, em detrimento dos portos da Figueira da Foz e de São Martinho do Porto. Em 1824, estes edifícios foram extintos em virtude de um incêndio num pinhal contíguo. A importância do porto foi diminuindo à medida que o relevo da costa se foi alterando, o que foi tornando o porto impraticável, sendo hoje inexistente.
Em finais do século XIX começaram a surgir pedidos para a construção de casas, junto à zona dos antigos armazéns (onde hoje é a Praça Afonso Lopes Vieira). Face a estes pedidos, a administração florestal, liderada por Luciano António Migueis, elabora em 1860 um “plano das edificações a erigir”. Em 1880 inicia-se a estrada que liga São Pedro de Moel à Marinha Grande.
Já no início do século XX é construída a fonte da praça. Em 1911 havia 76 habitantes. Em 1912, ao norte da praia, é inaugurado o Farol do Penedo da Saudade, que servia não só de aviso à navegação mas também para detectar fogos no Pinhal.
A iluminação pública, feita a partir de candeeiros de petróleo, chegava a este aglomerado em 1922. Toda a área da praia pertencia às Matas Nacionais, mas em 8 de Novembro de 1923 foi entregue à Câmara Municipal da Marinha Grande que a urbanizou e desenvolveu de uma forma controlada, abrindo novas ruas e dotando-a com diversos melhoramentos. Entre estes avulta a construção da nova capela. No ano seguinte é elaborado o “plano ou projecto de traçado da povoação” e em 1927 a povoação é considerada “centro urbano”.
Em 1930 inicia-se a construção do Bairro Novo, hoje conhecido como Bairro dos Naturais, primeiro grande passo para o desenvolvimento urbano do lugar.
Em 1931 é inaugurado o "Casino", único centro recreativo e cultural da povoação, e espaço que serviu de ponto de encontro dos frequentadores da praia, onde se faziam tertúlias, as eleições da Miss Praia, e que chegou até a acolher uma sala de cinema.
Finalmente, em 1936 é instalada a central eléctrica. Em 1947 residiam em São Pedro de Moel 131 habitantes. Em 1955 a capela é demolida, sendo construída no seu lugar a actual igreja, da autoria do arquitecto Manuel Raposo.
À medida que foi crescendo, São Pedro de Moel foi sendo maioritariamente habitado por pessoas com posses económicas acima da média, nomeadamente comerciantes abastados, artistas bem sucedidos, mas principalmente os industriais da Marinha Grande e Leiria. Muitas famílias de sítios mais longínquos, como Lisboa, Coimbra, Santarém, entre outras, tiveram aqui casas que utilizavam em férias ou em fins-de-semana.
Existem também famílias originárias deste lugar, como é o caso das famílias Boiça, Moiteiro e Tojeira. Estas famílias estiveram tradicionalmente ligadas a actividades agrícolas e piscatórias, e, de uma forma mais importante, à praia, onde faziam o serviço de banheiros. Muitas pessoas ficaram a dever a vida a membros destas famílias.
O facto de ser uma praia com bastante procura (e pouco extensa para construção de moradias) levou à construção de pensões e hotéis nos anos 60. Destes, os mais conhecidos e tradicionais são o "Hotel Mar e Sol", o "Hotel São Pedro" (actualmente Pensão São Pedro, embora fechado), e a "Pensão D. Dinis" e a "Pensão Rosa", já extintas.
No final dos anos 60, foi iniciado o processo de construção do complexo de piscinas. Para tal, foi demolido o "Casino", pouco tempo depois de um pequeno moinho que existiu ali ao lado. Foi feito o arruamento que leva até à piscina, o paredão que dá acesso à parte mais a sul da praia, e no local do "Casino" foi construído um novo café, e casas de banho públicas para os praiantes. Muitos ainda recordam com saudade o "Casino".
No fim da década de 80 podiam contabilizar-se dois hotéis, duas pensões, quatro residenciais, dois parques de campismo e ainda uma pousada da juventude, acrescentando assim a oferta para os veraneantes que procuravam gozar as suas férias nesta praia. Em 1991, São Pedro de Moel tinha 267 habitantes.É por todo este passado de turismo abastado que muitas pessoas vêem esta praia como sendo elitista, embora cada vez mais venham pessoas de outros pontos que, desconhecendo a história, tradições e costumes deste local, criam condições contrárias às aqui referidas, empobrecendo o turismo local.
Texto escrito por Sr. Agostinho Febra - Aluno da US
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Receitas da Avó 4#
Bolo de Pinhão
Ingredientes:
·
250g de açúcar amarelo
·
1 clara
·
Raspa de limão
·
Pinhões a gosto
Bater o açúcar com as claras até a obter uma massa espessa.
Juntar a raspa de limão e os pinhões a gosto. Pré-aquecer o forno a 180º. Forrar
um tabuleiro com papel vegetal. Colocar pequenos montinhos do preparado no
tabuleiro. Cozer durante 1 hora.
(Imagem retirada da web - aqui)
Receita de:
D. Mª Olinda Conde - Aluna da US
D. Mª Olinda Conde - Aluna da US
quarta-feira, 22 de maio de 2013
História da Marinha Grande 4#
Monumento de Homenagem ao movimento operário do 18 de Janeiro de 1934
"Monumento
da autoria de Joaquim Correia, retrata o sofrimento, fome e miséria que o povo
passou nesse período da revolução e a qual foi violentamente reprimida com
muitos dos seus autores presos no Tarrafal.
O
monumento é composto por dois blocos de pedra, sendo um deles o que está
servindo de pedestal ao operário vidreiro armado, o qual ostenta a legenda:
"Homenagem ao movimento operário do 18 de Janeiro de 1934" tendo o outro lado
esculpidas em baixo relevo operários trabalhando o vidro.
Tendo
sido construído em homenagem ao movimento operário do 18 de Janeiro foi
inaugurado nesse mesmo dia no ano de 1989, assinalando os 50 anos da revolta. O monumento está situado na rotunda do vidreiro."
Texto de:
Sr. Agostinho Febra - Aluno US
Texto de:
Sr. Agostinho Febra - Aluno US
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Receitas da Avó 3#
Papas de Sopa
·
Resto de Sopa
·
Farinha de milho
·
Água
Aquecer o resto de uma sopa a gosto. Quando a sopa começar a ferver, juntar a
farinha de milho peneirada até atingir a consistência pretendida. Caso seja necessário,
juntar água. Serve-se com uma sardinha assada.
Receita de:
D. Mª Olinda Conde - Aluna da US
D. Mª Olinda Conde - Aluna da US
quinta-feira, 16 de maio de 2013
História da Marinha Grande 3#
"O museu Joaquim Correia consagra a obra
de um dos maiores expoentes no campo da criação artística do concelho da Marinha
Grande. Nascido
em 1920 numa família de artistas vidreiros, estudou na Escola de Belas Artes no
Porto e depois na sua congénere em Lisboa.
O museu foi inaugurado a 5 de Dezembro de 1997 e está instalado no Palácio Taibner de Morais, tendo este sido construído nos meados do séc. XIX. É também chamado Palácio dos Barosas, tendo sido recuperado e adaptado para receber o valioso espólio artístico do escultor, encontrando-se situado no largo 5 de Outubro.
O acervo do museu Joaquim Correia é constituído por várias colecções de obras de arte e estudos, criados pelo escultor, sendo estas obras doadas pelo autor e sua família para enriquecimento do património cultural. Nele constam bustos, estátuas em bronze e gesso com e sem policromia, medalhas, desenhos e pinturas."
Texto de:
Sr. Agostinho Febra - Aluno da US
O museu foi inaugurado a 5 de Dezembro de 1997 e está instalado no Palácio Taibner de Morais, tendo este sido construído nos meados do séc. XIX. É também chamado Palácio dos Barosas, tendo sido recuperado e adaptado para receber o valioso espólio artístico do escultor, encontrando-se situado no largo 5 de Outubro.
O acervo do museu Joaquim Correia é constituído por várias colecções de obras de arte e estudos, criados pelo escultor, sendo estas obras doadas pelo autor e sua família para enriquecimento do património cultural. Nele constam bustos, estátuas em bronze e gesso com e sem policromia, medalhas, desenhos e pinturas."
Texto de:
Sr. Agostinho Febra - Aluno da US
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Mezinhas da Avó 2#
Receita para a Tosse:
Ingredientes:
Receita para desintoxicar o organismo:
Ingredientes:
Curiosidades:
Vinagre: Remédio natural popular, considerado a chave para uma vida mais saudável e mais longa. Utilizado para prevenir doenças hepáticas, artríticas e cardio-vasculares.
Mel: O mel não é todo igual. Diferentes tipos de mel, tratam diferentes doenças.
Ingredientes:
- 1 colher de mel de eucalipto
- 1 pitada de açafrão da Índia
- 1 copo de água quente
Receita para desintoxicar o organismo:
Ingredientes:
- 1 colher de sopa de vinagre
- 1 colher de sopa de mel
- 1 copo grande de água
Curiosidades:
Vinagre: Remédio natural popular, considerado a chave para uma vida mais saudável e mais longa. Utilizado para prevenir doenças hepáticas, artríticas e cardio-vasculares.
Mel: O mel não é todo igual. Diferentes tipos de mel, tratam diferentes doenças.
- Mel de abeto/pinheiro - Trata anemia
- Mel de urzes - Doenças do trato urinário
- Mel de rosmaninho - Doenças do fígado
- Mel de lavanda - Problemas respiratórios.
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